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Os reis do Grammy!

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O Daft Punk conseguiu levar todas as premiações às quais foram indicados. Além de Nile Rodgers e Pharrell Williams, outros colaboradores como o Paul Williams, Dj Falcon e Todd Edwards estiveram presentes para receber os gramofones.

Confira:

  • Performance pop duo/grupo: “Get Lucky” – Daft Punk, Pharrell Williams e Nile Rodgers
  • Álbum de música eletrônica: “Random Access Memories”
  •  Single do ano: “Get Lucky” – Daft Punk, Pharrell Williams e Nile Rodgers
  • Álbum do ano: “Random Access Memories” 
  • Engenharia de álbum (não clássico): Peter Franco, Mick Guzauski, Florian Lagatta & Daniel Lerner, engineers; Antoine “Chab” Chabert, Bob Ludwig (engenheiros de masterização em Random Access Memories)

Além disso, fizeram uma belíssima apresentação com o Nile Rodgers, Pharrell Williams, Stevie Wonder e outros músicos que tocaram em R.AM. Difícil assistir sem se emocionar…

Daft Punk é indicado ao Grammy Awards 2014

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No último sábado (07) aconteceu a cerimônia de de nomeação dos indicados à 56° edição do do Grammy Awards, a principal premiação da música mundial.

Para a nossa felicidade, o Daft Punk concorre em 4 categorias. São elas:

 

Álbum do Ano

“The Blessed Unrest” – Sara Bareilles
“Random Access Memories” – Daft Punk
“Good Kid, M.A.A.D City” – Kendrick Lamar
“The Heist” – Macklemore & Ryan Lewis
“Red” – Taylor Swift

Gravação do Ano

“Get Lucky” – Daft Punk ft. Pharrell
“Radioactive” – Imagine Dragons
“Royals” – Lorde
“Locked Out Of Heaven” – Bruno Mars
“Blurred Lines” – Robin Thicke ft. T.I. and Pharrell

Colaboração grupo/duo Pop

“Get Lucky” – Daft Punk feat. Pharrell
“Just Give Me a Reason” – Pink feat. Nate Reuss
“Stay” – Rihanna feat. Mikky Eiko
“Blurred Lines” – Robin Thicke feat. Pharrell Williams & T.I.
“Suit & Tie” – Justin Timberlake feat. Jay Z

 

Melhor Álbum Dance/Electronica

“Random Access Memories” — Daft Punk
“Settle” — Disclosure
“18 Months” — Calvin Harris
“Atmosphere” — Kaskade
“A Color Map Of The Sun” — Pretty Lights

Além dessas, R.A.M. também concorre na categoria de Melhor Produção de álbum (não clássico).

O Grammy Awards 2014 será realizado no dia 26 de janeiro.

Lembrando que o Daft Punk já foi indicado ao Grammy oito vezes, recebendo duas premiações em 2009 nas categorias Melhor gravação dance, com a faixa Harder better faster stronger do álbum Alive 2007;  e Melhor Álbum de Eletrônica/Dance com o Alive 2007.

Lançamento do clipe de "Lose yourself to dance"

Depois de muitos fan-made e alguns fakes, finalmente temos o vídeo oficial para Lose yourself to dance, segundo single de R.A.M.
Durante o VMA 2013, foi exibido um trecho de alguns segundos, o que foi suficiente para nos deixar atônitos e com um gostinho de “quero mais”. Finalmente temos o clipe na íntegra e o gostinho de quero mais continua. Tenho certeza que muitos gostariam de ver um show dos Dafts com o Nile Rodgers e Pharrell ao vivo e de pertinho!

Confira e tente não bater palmas com o refrão (se puder hahaha)

R.A.M. é o disco mais vendido de todos os tempos no Amazon.com

A franquia inglesa do Amazon.com, empresa multinacional de comércio eletrônico, divulgou que Random Access Memories é o vinil mais vendido de toda a sua história. A loja virtual iniciou suas atividades em 1999 e a antiga detentora do posto de primeiro lugar em vendas estava com o disco 21 da Adele.
Veja a lista dos vinte álbuns em vinil mais vendidos na história do site:

01. Daft Punk – Random Access Memories 

02. Adele – 21
03. Amy Winehouse – Back to Black
04. David Bowie – The Next Day
05. Pink Floyd – The Dark Side of the Moon
06. David Bowie – The Rise and Fall of Ziggy Stardust & the Spiders from Mars
07. Arctic Monkeys – Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not
08. Pink Floyd – The Dark Side of the Moon (30th Anniversary Edition)
09. Arcade Fire – The Suburbs
10. The Beatles – Love Me Do (50th Anniversary Limited Edition 7” Single)
11. Radiohead – In Rainbows
12. Pink Floyd – Wish You Were Here
13. Bon Iver – For Emma Forever Ago
14. Radiohead – Ok Computer
15. Micah P. Hinson – Micah P. Hinson & The Gospel of Progress…
16. PJ Harvey – Let England Shake
17. Kate Bush – 50 Words for Snow
18. Alt-J – An Awesome Wave
19. The White Stripes – Elephant
20. The xx – xx

"Estou destruindo eles agora. Desculpe, Daft Punk"

Depois do Liam Gallagher (ex-Oasis) conseguir um pouco de atenção na mídia ao declarar que “Get Lucky” poderia ser escrita em uma hora, mais um nome de destaque no meio musical tem chamado a atenção através de declarações sobre o Daft Punk.
A frase no título da postagem foi dita pelo DJ holandês Tiësto. Em entrevista ao jornal Huffington Post, o DJ lançou várias críticas ao Daft Punk. Todo o alvoroço e sucesso alcançado por Random Access Memories parecem que tem incomodado o DJ considerado como o “mais rico do mundo”.

O disco chamou tanto a atenção porque é diferente e um álbum de atitude. É legal gostar do Daft Punk. Mesmo se você não gosta da música, assim que ouve “Get Lucky” você vê todas as pessoas descoladas falando “Oh, sim, isso é legal, essa é a minha música” e eles nem estão aproveitando.

Como se não bastasse, Tiësto estendeu suas críticas a trabalhos anteriores dos robôs, afirmando que gosta muito dos trabalhos antigos como o álbum Homework e das produções do Thomas Bangalter para a Roulé, onde, segundo Tiësto, foram feitas algumas “músicas incríveis”. Porém, ele não gostou da trilha produzida pelos Dafts para o filme Tron: o legado:

A trilha sonora de “Tron” não era tão boa e isso (R.A.M) também não é tão bom. Mas porque é o Daft Punk e teoricamente eles são descolados e eles tiveram a incrível pirâmide no Coachella há alguns anos e os capacetes – eles são descolados pra cacete. Mas a música não faz jus ao hype.

Pediram que ele discorresse sobre o comentário de que pessoas descoladas fingem gostar de Daft Punk, Tiësto disse que percebeu isso em uma festa, ao tocar “Get Lucky” as meninas logo ficaram animadas e começaram a dançar, então ele aproveitou para se aproximar e perguntar se elas realmente gostavam da música. Como elas não responderam, ele concluiu que só por ser Daft Punk, temos que achá-los legais para sermos descolados.
Como fã de Daft Punk, não tem como não achar que há uma pitada de recalque nisso tudo. Não acompanho o trabalho do Tiësto, mas apesar da sua popularidade e fortuna adquirida através da música eletrônica, acredito que dificilmente ele atingirá o feito que o Daft Punk conseguiu em 20 anos, muito menos o sucesso imediato que RA.M. ou “Get Lucky” conseguiu em tão pouco tempo.
E vocês, o que acham?

Random Access Memories – Track by track

Ainda não chegamos à metade do ano e muita coisa aconteceu. Não me lembro de ter acontecido um lançamento de disco que fizesse tanto barulho como está sendo com Random Access Memories. O Daft Punk costuma fazer longas pausas entre um álbum e outro: é só pensar que em 20 anos de carreira, foram apenas 4 álbuns de estúdio, ou seja, um álbum a cada cinco anos. Isso porque estou falando apenas nos álbuns de estúdio. Ainda bem que temos os outros para diminuir a nossa espera. E depois de 8 anos, finalmente temos um álbum com material novinho em folha!
Já existem diversas resenhas sobre o novo disco. Eu não me atrevo a redigir uma, pois, como fã, a crítica perderia um pouco a credibilidade. O que posso dizer é que meu nariz sangrou ao ouvir Giorgio by Moroder (o progressivo do Daft Punk hahaha), me senti na Broadway ao ouvir Touch, fiz contagem regressiva e #partiu pra Lua ao som de Contact, me apaixonei ao som de Instant Crush, me senti adolescente de novo com Fragments of Time, imaginei o robô bebê de Technologic chorando ao cantar Within. Ah, Give life back to music trouxe vida não só à musica, mas com certeza para quem a escutou também. Aviso que esta não é uma resenha, mas sim as minhas impressões (ou sensações) ao ouvir o disco.

Então, nada melhor do que publicar o review feito pelo próprio Daft Punk em entrevista à revista Le Nouvel Observateur:


Give Life Back to Music

Um dos objetivos deste álbum é trazer algo leve e elegante para a mesa. Em ‘Give Life Back to Music’, John Robinson Jr. toca bateria. Ele estava em ‘Off The Wall’, a obra-prima de Michael Jackson. O que é fantástico em um desempenho como o dele, que são as infinitas possibilidades das nuances, impossível de recriar com uma abordagem eletrônica. Todos os sucessos ou álbuns que Quicy Jones produziu sempre nos fascinou na precisão da produção apenas alcançada por seres humanos. É a diferença entre ‘Thriller’ e ‘Bad’. Neste último, as faixas são brilhantes, mas as performances têm menos aura. Menos caráter.

The Game of Love

Nós cantamos com vocoders. Numa época em que as vozes humanas são tratadas para se tornarem robóticas, achamos interessante o fato de que você pode ir para o oposto e e dar uma voz robótica à voz mais humana possível. A ideia de uma inteligência artificial que aproxime do homem… Uma emoção de algo que não é humano, mas se esforça para ser.

Giorgio by Moroder

Nós o conhecemos há alguns anos, ele sempre foi uma lenda mítica para nós, um pouco misterioso. Sua trajetória de vida pessoal segue a música. A idéia por trás da track era fazer uma espécie de documentário baseado em uma entrevista que fizemos com ele. A voz de Giorgio Moroder foi gravada com diferentes microfones em diferentes períodos. Nós finalmente terminamos com cerca de três horas em que ele relata sua vida como músico. Esta faixa é uma grande metáfora da liberdade musical: nós sempre nos esforçamos para quebrar limites entre gêneros musicais, entre o bom e o mau gosto, as coisas conectadas e desconectadas. Giorgio é um pouco um modelo do gênero Ele nasceu em uma pequena cidade provincial, iniciou na música nos salões de hotel, fez as primeiras festas de Johnny Hallyday, começa a fazer coisas de rock progressivo. Ouvi-lo dizer, aos 72 anos: “ah, eu fiz a música eletrônica há quarenta anos,” é fascinante.

Within

Gonzales toca piano nessa track. Ele é um amigo nosso e um grande músico, um dos melhores da sua geração atualmente. “Within” é uma das primeiras músicas que gravamos. Ela é bem minimalista: pouca seção rítmica uma base e um piano. Criar o essencial com pouquíssimas coisas, eis a ideia por trás deste título.

Instant Crush

Julian Casablancas dos Strokes a canta. Nós dois somos grandes fãs e ficamos sabendo que ele queria nos encontrar. Havia essa demo que estava arrastada, ele chegou, ouviu e ele estava completamente! Ele tem uma espécie de doação. Nós, basicamente, amamos o rock e o conceito de banda de rock, mas havia tantas coisas fortes que o surgimento de uma nova voz em um ponto tornou-se difícil. Recentemente, The Strokes e MGMT – com dimensões e sensibilidades diferentes – conseguiram. Julian tem um lado punk rock, um fortíssimo impacto emocional em suas melodias. Era importante ter este álbum para nos sentirmos cercados por nossos contemporâneos.

Lose Yourself to Dance

Esta música é o exemplo mais simples de nosso desejo: um álbum muito trabalhado e muito simples ao mesmo tempo, com uma base eixo, bateria, guitarra – e os robôs! Isto é o inverso de algo super produzido. Nossa fantasia era refazer a dance music com bateria … O registro desta forma nos trouxe uma enorme satisfação, estamos orgulhosos de que isto soe uma verdadeira bateria do álbum e não um sintetizador. Há dois bateristas no disco: John Robinson Jr., que detém o recorde para o baterista mais gravado no mundo, e Omar Hakim, que começou com Stevie Wonder aos 16…

Touch

Esta música é o nó do álbum. É o ponto de partida de todo o disco que vai de encontro com Paul Williams. Um engenheiro de som que conhecemos nos apresentou a ele. Paul Williams (compositor de filmes, como “O Fantasma do Paraíso” e ator) nos visitou no estúdio. Desse encontro nasceu algo muito cinematográfico, muito narrativo. “Touch” define claramente o aspecto psicodélico de Random Access Memories. Esta música conta com 250 faixas, de modo que esta é a mais complicada, a mais louca.

Get Lucky

Pharrell Williams canta essa música: era natural convida-lo para o nosso álbum. Ele é um performer nato, completo, que libera muita elegância. Nem sempre tem tido a oportunidade de mostrar que ele poderia ser um grande cantor, para que possamos incluí-lo no panteão de artistas lendários. Não existe uma linha imaginária que separaria os grandes artistas do passado e do presente que seriam todos piores do que antes. Queríamos dar a impressão de estar em uma cápsula no estúdio, isolados do mundo. Pode-se crer em 1978, mas a nossa ideia é viajar esta música no presente e no futuro, ver o que acontece e ver se esse entusiasmo é contagiante.

Beyond

Uma outra música feita com Paul Williams, que escreveu as letras. É uma canção super-cósmica com letras muito poéticas e muito puras. Conversamos muito com Paul Williams da direção deste álbum, e valeu a pena que ele transformasse em palavras as nossas ideias.

Motherboard
Uma canção futurista, que poderia ser o ano 4000…

Fragments of Time
Nosso reecnontro com Todd Edwards (compositor de house) depois de Discovery.

Doin ‘it Right

A voz angelical é do Panda Bear (do grupo Animal Collective). Nós amamos o que ele faz como solo, bem como a abordagem de seu grupo. Esta música – a única eletrônica no álbum – foi a último gravada. O resultado é uma espécie de descontração. Sem dúvida o título é ao mesmo tempo o mais futurista e o mais contemporâneo.
Contact
Canção realizada com DJ Falcon e uma voz gravada durante a missão Apollo 17 da NASA: pertence ao Capitão Eugene Cernan, o último homem a ter ido à Lua. É uma voz que vem literalmente do espaço. E ela fala por si só…

Liam Gallagher esnoba nova música de Daft Punk

Liam Gallagher é um nome conhecido no mundo da música mundial não só pelos seus trabalhos como ex integrante do Oasis. Ou melhor, ele atingiu mais notoriedade por suas eternas brigas com o irmão (também integrante do Oasis) e por suas declarações polêmicas. Atualmente ele é vocalista da banda Beady Eye.
Em entrevista ao MU – Music Unlimited, serviço de streaming da Sony Music – Liam criticou o novo single do Daft Punk, Get Lucky. afirmou que conseguiria escrever o novo single do Daft Punk, Get Lucky, dizendo que escreveria a música em uma hora e que não entende toda a repercusão em torno da dupla.
Além disso, declarou que não gosta de pessoas que usam disfarces e desafiou os robôs a se apresentarem sem capacetes, para ver como eles se comportariam.

“I’d write that in a fucking hour. I don’t know what the fuss is about, you know what I mean?”
“I am not going to have people wear disguises. Take your fucking helmet off. Let’s see what you look like sans helmet, whatever you’re called.”

 Talvez as declarações tenham sido motivadas com a ameaça de que RAM ultrapassasse o record obtido pelo Oasis em 1997, de álbum que mais vendeu rapidamente. Ou talvez seja vontade de gerar polêmica.

Satisfeito ou não, a verdade é que Get Lucy já é um grande sucesso mundial e ele tem que lidar com isso.

Sony Music anuncia recall de R.A.M

Muitas pessoas chegaram nas lojas no dia 21 à procura de R.A.M. e não encontrou, apesar do lançamento. Durante o evento na loja GEEK de São Paulo, os cds que estavam expostos foram recolhidos pois a Sony constatou que alguns cds estavam com um defeito na faixa 5 (justo a faixa 5!).
Entendendo que isso representava o comprometimento da qualidade de seus produtos, a gravadora decidiu por recolher todos os cds pertencentes ao 1° lote AA 5.000. Em nota postada na página do Facebook, a Sony informou que o problema será solucionado o mais breve possível.
Então, quem foi às lojas comprar R.A.M. e não o encontrou, não se desespere, pois nos próximos dias ele estará disponível mas lojas.
Quem chegou a fazer a compra do cd pertencente ao lote AA 5.000 (numeração localizada acima do código de barras) poderá efetuar a troca na mesma loja onde adquiriu o produto ou pelo SAC 11- 3383-4764 (segunda a sexta, das 9h às 17h).